O Ministério da Educação anunciou, na última segunda-feira (19), novas diretrizes para os cursos de Enfermagem em todo o país. As mudanças definem uma carga horária mínima de 4 mil horas, exclusivamente no formato presencial, e um tempo mínimo de cinco anos para a formação. A proposta é tornar o ensino mais completo, com maior aproximação dos estudantes com a realidade do Sistema Único de Saúde (SUS).

Entre os principais pontos, está o reforço na formação prática. Os estágios supervisionados passam a ter mais peso e devem ocupar pelo menos 30% da carga horária total do curso. Parte dessa experiência precisa acontecer na atenção básica, como unidades de saúde e programas da Estratégia Saúde da Família, enquanto o restante será desenvolvido em hospitais e outros serviços de média complexidade.

Na FAINOR, essas exigências já fazem parte da rotina do curso. De acordo com a coordenadora de Enfermagem, professora Talita Correia, a FAINOR já atende praticamente todos os critérios definidos pelas novas diretrizes. “Nosso curso já conta com 4 mil horas presenciais. As mudanças que precisamos fazer são pontuais, principalmente em relação à carga prática e aos estágios”, explica.

A professora também destaca que o modelo proposto pelo MEC está alinhado ao que a Instituição já desenvolve, a exemplo da formação voltada para o SUS, o incentivo à atuação em equipe e o contato direto com a comunidade, o que torna essa transição mais natural.

Diante desse cenário, a FAINOR segue fortalecendo seu compromisso com a qualidade do ensino. Ao se manter atualizada e, ainda mais, próxima das novas exigências, a Instituição prepara profissionais prontos para atuar na área da saúde, acompanhando as demandas reais da população.

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